Ana Claudia Freire, da VALE, fala sobre Conhecimento

Publicado em 30/08/2009 por Marcinha Tavares

Ana Claudia Freire - VALEEntrevistada: Ana Claudia Freire
Gerente de Gestão do Conhecimento

Empresa: VALE
Empresa global do setor de minérios, sediada no Brasil, com mais de 100 mil empregados, entre próprios e terceirizados. Em 2007, a VALE investiu em mais de dez países e mantem atividades nos 5 continentes.

Resenha: Ana Claudia Freire mostra o seu ponto de vista sobre conhecimento, educação, gestão e outras questões polêmicas.

Para saber um pouco do que rolou nesse bate-papo agradável e enriquecedor…

  • Conhecimento tácito é propriedade da organização ou do profissional?
  • Maiores dificuldades para o investimento em Gestão de Conhecimento empresas brasileiras.
  • É possível medir ROI (Retorno Sobre Investimento) em Gestão do Conhecimento (GC)?
  • Falando de investimentos, quais as chances de pequenas e médias empresas serem bem sucedidas em Gestão do Conhecimento?
  • Como fomentar o comprometimento dos funcionários com a transferência de conhecimento?
  • e…

Ouça o podcast da entrevista e confira muito mais:

 
 Entrevista ingestão.net [41:05m]: Play Now | Download


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5 Comentários para este post:

  1. Mariana Leal disse:

    Fantástica e inspiradora!

  2. Paulo Magalhães disse:

    Conhecimento tácito é propriedade do empregado.
    Cultura é propriedade dos empregados que influenciam a sua equipe.

    Se o empregado é demitido, a empresa perde esse conhecimento tácito.
    Se o influenciador é demitido, a empresa perde a cultura que ele emana.

    Mas a única coisa que faz uma empresa sobreviver a longo prazo é trocar continuamente os empregados. Naturalmente então, a empresa troca sua base de conhecimento t­ácito e ajusta o seu savoir-vivre de acordo com os empregados que contrata.

  3. André Watanabe disse:

    Parabéns pelo site, e pela entrevista!
    Faltou um pouco de acertividade na primeira questão! Mas de um ponto de vista diferente, o conhecimento tácito é aquele que o indivíduo adiquiriu durante a vida, o conhecimento implícito proviniente de experiências e que geralmente é difícil ser expressado por palavras. Ou seja, esse tipo de conhecimento é de propriedade do profissional.
    Assim como pode-se considerar que a cultura organizacional pertence à empresa, pois em poucas palavras, representa as normas informais e não escritas que orientam o comportamento dos membros de uma organização no dia-a-dia, e que direcionam suas ações para o alcance dos objetivos organizacionais.
    Levando em consideração que todo profissional é sua própria empresa, no qual deve ser administrada, obtém seu conhecimento tácito, sua cultura organizacional, tendo seu capital intelectual.
    Conclui-se então que uma organização ao contratar um profissional não detém (é proprietária) o conhecimento do mesmo, pois de nenhuma forma “comprou-se” ou “pagou-se” por tal conhecimento, mas sim “alugou” o conhecimento para uso próprio, terceirizou essa empresa “profissional” para atingir seus objetivos organizacionais. Quando aluga-se uma casa, e se faz toda reforma necessária e adaptações para seu convívio, de quem é a casa?
    Mas no que tange a necessidade de existir uma interatividade, parceria, composição entre a empresa e profissional, podemos dizer então que o ponto de vista apresentado é plausível, tanto porque na contratação de um profissonal é necessário ter os osbjetivos alinhados, tanto do candidato como da empresa.
    Parabéns pelo conteúdo abordado e pela entrevista!

  4. Jacira Morais disse:

    Muito boa a entrevista com Ana Claudia Freire.
    Parabéns!

  5. Marcinha Tavares disse:

    Olá pessoal, obrigada pelos elogios ao blog e pela participação nesta dicussão! :)

    A propriedade do conhecimento tácito é realmente um ponto que mexe profundamente com as pessoas. Já tivemos uma boa discussão sobre isso no post “AFINAL O QUE É ESTA TAL GESTÃO DO CONHECIMENTO?” em http://www.ingestao.net/2009/07/03/afinal-o-que-e…e-conhecimento. E agora, ela re reinicia aqui.

    Tanto o Paulo quanto o André trouxeram pontos de vista interessantes. Quando o Paulo diz “…Mas a única coisa que faz uma empresa sobreviver a longo prazo é trocar continuamente os empregados…”, eu me pergunto: Não seria tal rotatividade de colaboradores nas empresas um conceito ultrapassado e pouco eficaz?

    E quando o André diz que “…de nenhuma forma ‘comprou-se’ ou ‘pagou-se’ por tal conhecimento, mas sim alugou’ o conhecimento para uso próprio…”, então eu pergunto: não poderia a empresa registrar o conhecimento gerado no período em que o colaborador trabalhava para ela a fim de, por exemplo, agilizar processos, evitar perda de tempo em pesquisas que já foram antes realizadas nas empresa?

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