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10 razões para participar do Brazil Global Energy 2009

Publicado em 22/10/2009 by Marcinha Tavares

globalenergyO Brazil Global Energy é um evento internacional de Energia que acontece na Centro de Convenções Sul América, cidade do Rio de Janeiro, de 16 a 18 de novembro de 2009.

Com o objetivo de discutir questões relacionadas à Energia e propor efetivas soluções alternativas,o evento pretende mostrar ao mundo o que há de mais moderno em soluções e equipamentos para a produção, transmissão e distribuição de energia, além das oportunidades de negócios no setor.

A programação do evento inclui um seminário, feira e encontros de negócios e receberá as mais importantes empresas de energia do mundo, além de investidores, especialistas, cientistas, empresários e autoridades do setor. Além disso, todos os ministérios envolvidos com a questão enviarão seus representantes.

Entre os palestrantes estão José Carlos Faria (Diretor de Estudos da Energia Elétrica da EPE), Lauro Fiuza Jr (Presidente da Abeeólica), Othon Luiz da Silva (Diretor Presidente Eletronuclear),  Riverton Mussi (Prefeito de Macaé) e Carlos Figueiredo (da Nuclep).

10 razões para participar do Brazil Global energy 2009:

  1. O Brasil possui, atualmente, uma potência energética instalada de 104.726 W. Até o fim de 2009, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), devem entrar em funcionamento mais 5.096 MW, sendo 884 MW gerado por hidrelétricas, 3.292 MW produzidos por termelétricas, 639 MW por Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e 279 MW oriundos de centrais de energia eólica.
  2. Durante os dias 16, 17 e 18 de novembro de 2009, o Global Energy Brazil vai reunir, em um só lugar, as principais autoridades, executivos e instituições, para debater assuntos do setor de energia nacional em mais de 20 conferências.
  3. O Brazil Global Energy contará com a participação de mais de 100 empresas nacionais e internacionais expositoras e 150 investidores em busca de novas oportunidades de negócio na área de energia.
  4. No dia 25 de novembro de 2009, o governo brasileiro realizará o primeiro leilão de energia eólica do país. Ao todo, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) já cadastrou mais de 440 projetos, que juntos terão uma capacidade instala da 13.341 MW em 11 estados das regiões Nordeste, Sul e Sudeste.
  5. Segundo o relatório Panorama de Energia Eólica Global, elaborado em 2008 pelo Conselho Global de Energia Eólica e o Greenpeace, a energia eólica pode produzir 12% da demanda energética mundial e evitar a emissão de 10 bilhões de toneladas de CO2 em 12 anos.
  6. De acordo com o Balanço Energético Nacional 2009, em 2008, a oferta interna de energia no Brasil cresceu 5,6%. O gás natural foi um dos destaques do balanço, com participação de 10,3% na matriz energética nacional, seguido dos produtos da cana de açúcar, com 16,4%
  7. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado pelo governo brasileiro em 2007, pretende investir R$ 156,2 milhões em infraestruturas de energia até 2010.
  8. Nos últimos oito anos, a participação das energias renováveis da Oferta Interna de Energia (OIE) no Brasil cresceu 10,5%. Somente em 2008, as energias renováveis foram responsáveis por 45,3%.
  9. As energias renováveis estimulam a descentralização do sistema energético e propiciam a procura por soluções de energia locais, respeitando o ambiente por produzir pouco resíduo e não poluir.
  10. Segundo especialistas do mercado, em 2030 o Brasil subirá de 11º para a 7ª colocação no ranking dos maiores consumidores mundiais de energia. A expectativa é que a demanda por energia no país alcance 468,7 milhões de toneladas de equivalentes de petróleo (tep).

Visite o site do evento e saiba como participar.

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Pedro Legey fala sobre ativos intangíveis e a economia do conhecimento

Publicado em 06/10/2009 by Marcinha Tavares

Pedro_LegeyEntrevistado:  Pedro Paulo Legey, Engenheiro Eletricista formado pela PUC RJ, especialista em Marketing pela FGV RJ e mestre em Economia Empresarial formado pela UCAM.

Atuação: Consultor de avaliação de indicadores de ativos intangíveis através da percepção humana em empresas como Vale, Mongeral, Embratel e Botafogo. É também professor de Gestão do Conhecimento  da Marinha do Brasil. Possui experiência no desenvolvimento de Planejamento Estratégico, utilização de Estratégias de Marketing e Gestão de Projetos com aplicação de metodologia baseada em PMBOK  e na coordenação de grupos de estudos e palestras em trabalho voluntário.

ingestão.net: Pedro, acabamos de conferir a publicação das 100 marcas mais valiosas do mundo. Presenciamos o surgimento de empresas as quais costumo chamar “jovens gigantes”. A pergunta é: quanto vale uma empresa da nova economia, a economia do conhecimento?

Pedro Legey: As empresas inseridas na Sociedade do Conhecimento têm a maior parte do seu valor associado aos seus ativos intangíveis. O cálculo desses ativos possui discussão secular e existem algumas formas de mensurá-los desenvolvidas por especialistas no assunto que tem por base o valor de mercado, o custo e a renda, mas não existe uma fórmula exata, o grande sonho da Contabilidade, pois sempre o aspecto perceptível estará presente. De qualquer maneira, podemos assegurar: a empresa vale o quanto o mercado está disposto a pagar, e esta disposição está associada ao tipo de percepção sobre a empresa.

ingestão.net: O que podemos classificar como Ativos Intangíveis de uma empresa?

Pedro Legey: Os ativos intangíveis constituem-se na propriedade imaterial das empresas, cujo conjunto é composto por elementos como: recursos humanos, software, clientes, patentes, marcas, direitos autorais e know-how. São recursos não materiais controlados pela empresa, capazes de trazer benefícios futuros ao negócio. À medida que os anos passam e que as experiências da empresa são somadas, os ativos intangíveis passam a ter destaque e chegam a suplantar o valor dos ativos tangíveis.

Alguns estudiosos criaram modelos específicos dividindo e agrupando os ativos intangíveis a sua maneira, mas na essência são semelhantes. Considero a seguinte divisão como englobando todas as idéias: Capital Humano: capacidade, habilidade e experiências dos membros da empresa; Capital estrutural: sistemas administrativos, patentes, conceitos, modelos, rotinas, marcas, manuais, normas, metodologias, padrões, estratégia organizacional, processos de negócios, estilo gerencial e infra-estrutura tecnológica que fazem a empresa funcionar; e Capital de relacionamento: o que valoriza e incentiva às alianças estratégicas com clientes, fornecedores, acionistas, investidores, terceirizados, prestadores de serviços e a sociedade em geral para ampliar sua presença no mercado.

ingestão.net: Os intangíveis são realmente relevantes para empresas de qualquer setor e tamanho, incluindo as pequenas e médias empresas?

Pedro Legey: Sim, pois todas as empresas, independente do setor e tamanho, precisam agregar aos seus produtos uma percepção positiva, que é totalmente intangível. Foi-se a época em que os recursos financeiros, o tamanho da empresa, a localização, etc, definiam o sucesso da empresa. Hoje, o sucesso está atrelado à capacidade de inovar, que é estimulado pelo conhecimento, e que todos podem desenvolver.

No desenvolvimento dos intangíveis, as grandes empresas podem investir mais recursos do que as pequenas e médias, mas em contrapartida possuem uma estrutura bem maior que tornar muitas vezes mais difícil o fluxo de informações e a quebra de modelos mentais para o desenvolvimento do conhecimento. As pequenas e médias empresas têm chances no mercado, mas precisam tomar consciência de que inovar não é simplesmente colocar nos seus valores organizacionais essa palavra, ou participar de treinamentos do assunto, ou fazer o que todos fazem. Inovar é investir no conhecimento, é procurar caminhos diferentes que possam ser percebidos pelo mercado como um diferencial.

ingestão.net: Para finalizar, mais uma pergunta: Em sua opinião, os gestores brasileiros têm consciência da importância dos intangíveis e estão preparados para administrar esse ativo e transformá-los em resultados positivos?

Pedro Legey: As empresas de uma maneira geral, e especificamente as brasileiras, estão antenadas sobre este assunto e procuram investir nos seus ativos intangíveis. Basicamente, investem em TI, treinamentos, mensuração de clima, mapeamento de competências, marketing, gestão do conhecimento como formas de desenvolvimento dos seus ativos intangíveis. Dentre as dificuldades podemos citar as seguintes:

1) A definição de indicadores que retratem os resultados: normalmente procuram indicadores estatísticos sem levar em consideração os problemas de análises e a aderência percepção-estatística.

2) O tempo do processo: muitas vezes o conhecimento gerado se baseia em informações desatualizadas. Exemplo verdadeiro: grande empresa que está entre as melhores de se trabalhar, mas no momento que esta informação foi para o mercado a empresa está demitindo funcionários por dificuldades financeiras. Já imaginou se estivéssemos decidindo uma compra através da informação inicial?

3) A transformação das informações geradas em conhecimento: muitos acreditam que basta treinar, basta administrar as informações através de poderosos sistemas que o desenvolvimento do conhecimento está garantido, esquecendo-se dos aspectos emocionais, inconscientes, das experiências concretas, etc.

Como análise superficial, podemos dizer que estas dificuldades se devem a uma maior preocupação com o processo, em gerar informações, do que com a medição e a transformação dos resultados em conhecimento. E isso parece ser uma característica da própria sociedade, que gera informações a todo instante, mas não tem tempo de processá-las para torná-las conhecimento. Podemos citar o número de enquetes diárias veiculas pelos meios de comunicação cujos formatos e os resultados online demonstram as falhas para se gerar conhecimento.

Mas, estamos no caminho certo! Existem muitos profissionais experientes e competentes que podem auxiliar nesse processo de conscientização das empresas.

O que você achou desta entrevista? Mande um Feel. É rapidinho!

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Chaplin x Pitty: uma antiga questão moderna

Publicado em 29/09/2009 by Marcinha Tavares

charleschaplinQuem não se lembra do clássico “Tempos Modernos”, do grande gênio da sociedade capitalista que se desenhou logo após a Revolução Industrial? Da busca desenfreada pelo lucro traduzida em arte? Da manifestação artística… uma arte irônica, poesia crítica, criada por Charles Chaplin para retratar a forma contínua e ininterrupta de trabalho imposta aos trabalhadores nas indústrias naquela época?

Parece estranho, mas ao fechar os olhos, ainda podemos perceber um cenário desconfortavelmente familiar e que demonstra, apesar de vivermos a era do conhecimento, que não deixou de ser um cenário atual. Para comprovar isso, basta ouvir uma pequena adaptação do tema – não da obra – interpretada por uma artista “moderna”, como na composição da cantora Pitty, Admirável Chip Novo, que diz:

pitty2“Pane no sistema, alguém me desconfigurou
Aonde estão meus olhos de robô?
Eu não sabia, eu não tinha percebido
Eu sempre achei que era vivo
Parafuso e fluído em lugar de articulação
Até achava que aqui batia um coração
Nada é orgânico, é tudo programado
E eu achando que tinha me libertado
Mas lá vem eles novamente
E eu sei o que vão fazer:
Reinstalar o sistema
Pense, fale, compre, beba, leia, vote, não se esqueça. Use, seja, ouça, diga, tenha, more, gaste e viva. Não senhor, Sim senhor, Não senhor, Sim senhor. E eu sei o que vão fazer: Reinstalar o sistema.”

Resguardadas as preferências musicais de cada um e o trabalho de ambos os artistas, são apenas formas diferentes de se referir a problemas da mesma natureza. Como eu disse antes: questões nem tão antigas que não possam ser atuais. Vivemos a era do conhecimento, mas ainda conservamos um pé em eras passadas. Ainda hoje, testemunhamos, quando não experimentamos, a mesmice imposta por modelos econômicos de países subdesenvolvidos que pagam caro para importar produtos de valor agregado, e na outra ponta da corda, vendem commodities, transformando-se no quintal dos países desenvolvidos.

No entanto, sabemos que para que um negócio sobreviva e seja bem sucedido, é fundamental inovar. Mas de quem deve ser a iniciativa para a inovação:  organizações, funcionários, governo?

Inovação é uma atividade social. É a interseção entre a invenção e o insight. É a invenção que vira produto, que adquire valor comercial. Não é pura e simplesmeste força bruta nem tecnologia. É a luta diária daqueles que desejam superar barreiras e ter valor diferenciado em relação a outras organizações no mercado. É o requisito para uma economia competitiva.

Como neste blog somos livres para pensar “fora da caixa” e, como brasileiros, não desistimos nunca, fomos buscar iniciativas em favor da mudança, cases de ações inovadoras que podem vencer o desafio de converter idéias em valor, seja na indústria ou em qualquer outro tipo de organização no Brasil e no mundo. E vamos mostrar aqui ao longo da semana. Confira!

Se você tem algum case de inovação na sua empresa, conte pra gente. Ele pode aparecer aqui. Participe! Clique aqui.

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O RG vai mudar e trazer novidades tecnológicas

Publicado em 13/09/2009 by Alexandre Quedinho

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Brasil sobe 8 posições no ranking mundial de competitividade

Publicado em 08/09/2009 by Marcinha Tavares

Global Competitiveness Report, WEF Divulgada nesta terça-feira, um dia após o feriado da Independência, a nova classificação do Brasil no ranking mundial de competitividade. Segundo o WEF (World Economic Forum – Fórum Econômico Mundial), através do seu Relatório de Competitividade Global 2009 2010, o país subiu 8 posições no ranking, passando a ocupar a 56ª posição e deixando para trás todos os vizinhos da América do Sul, com exceção do Chile (que ocupa a 30ª posição).

O estudo da WEF busca analisar as condições oferecidas pelos países para que as empresas possam competir internacionalmente.

Os efeitos da crise mundial foram percebidos por alguns países, dentre eles, os EUA. E a grande supresa ficou mesmo por conta da Suíça, que passou a ocupar a 1ª posição no ranking.

Veja o ranking dos 10 países mais competitivos:

wef_10

Dentre os países do BRIC – acrônimo criado em novembro de 2001, pelo economista Jim O’Neill, chefe de pesquisa em economia global do grupo financeiro Goldman Sachs, para designar, no relatório “Building Better Global Economic Brics”, os quatro principais países emergentes do mundo: Brasil, Rússia, Índia e China – o Brasil ocupou a 3ª posição, à frente apenas da Rússia. Veja a comparação:

BRIC

BRIC é um acrônimo criado em novembro de 2001, pelo economista Jim O’Neill,[1] chefe de pesquisa em economia global do grupo financeiro Goldman Sachs,[2] para designar, no relatório “Building Better Global Economic Brics”, os quatro principais países emergentes do mundo, Brasil, Rússia, Índia e China.BRIC é um acrônimo criado em novembro de 2001, pelo economista Jim O’Neill,[1] chefe de pesquisa em economia global do grupo financeiro Goldman Sachs,[2] para designar, no relatório “Building Better Global Economic Brics”, os quatro principais países emergentes do mundo, Brasil, Rússia, Índia e China.

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Desafio Brasil/Desafio GV-INTEL, mais uma oportunidade para start-ups brasileiras

Publicado em 20/05/2009 by Marcinha Tavares

competicao

Olá, pessoal. Como vocês devem ter notado, temos uma nova seção no blog, chamada OPORTUNIDADES. Nela, estamos eventualmente postando vagas em diversas empresas e consultorias. E também as oportunidades ligadas a venture capital para empresas start-ups no Brasil.
Além da recentemente publicada competição da DFJ-FIR, acabo de ser informada de uma nova oportunidade que já está com as inscrições abertas. O coordenador da competição, Gian Carlo Martinelli, acaba de me informar sobre o Desafio Brasil/Desafio GV-INTEL. A competição é realizada desde 2006 pelo GVcepe (Centro de Estudos de Private Equity e Venture Capital da EAESP), em parceria com a Intel, e em 2009 chega a sua quarta edição. Este ano, o Desafio Brasil/Desafio GV-INTEL muda o seu foco passando a receber não só estudantes de graduação e pós-graduação (como nos anos anteriores) mas todos os jovens empreendedores. “Pretendemos atrair as start-ups mais inovadoras do país criando um evento que seja valioso para empreendedores e investidores”, diz Gian Carlo.

Se você tem uma idéia inovadora, um plano de negócios, entre no site http://desafio.ning.com. O site recebe as inscrições e integra os participantes, jurados e interessados. Se você conhece alguém que tenha um projeto legal para inscrever, divulgue. É uma boa oportunidade para projetos inovadores acontecerem no Brasil. As inscrições estão abertas e irão até o dia 5 de junho.

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