O Brazil Global Energy é um evento internacional de Energia que acontece na Centro de Convenções Sul América, cidade do Rio de Janeiro, de 16 a 18 de novembro de 2009.
Com o objetivo de discutir questões relacionadas à Energia e propor efetivas soluções alternativas,o evento pretende mostrar ao mundo o que há de mais moderno em soluções e equipamentos para a produção, transmissão e distribuição de energia, além das oportunidades de negócios no setor.
A programação do evento inclui um seminário, feira e encontros de negócios e receberá as mais importantes empresas de energia do mundo, além de investidores, especialistas, cientistas, empresários e autoridades do setor. Além disso, todos os ministérios envolvidos com a questão enviarão seus representantes.
Entre os palestrantes estão José Carlos Faria (Diretor de Estudos da Energia Elétrica da EPE), Lauro Fiuza Jr (Presidente da Abeeólica), Othon Luiz da Silva (Diretor Presidente Eletronuclear), Riverton Mussi (Prefeito de Macaé) e Carlos Figueiredo (da Nuclep).
10 razões para participar do Brazil Global energy 2009:
- O Brasil possui, atualmente, uma potência energética instalada de 104.726 W. Até o fim de 2009, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), devem entrar em funcionamento mais 5.096 MW, sendo 884 MW gerado por hidrelétricas, 3.292 MW produzidos por termelétricas, 639 MW por Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e 279 MW oriundos de centrais de energia eólica.
- Durante os dias 16, 17 e 18 de novembro de 2009, o Global Energy Brazil vai reunir, em um só lugar, as principais autoridades, executivos e instituições, para debater assuntos do setor de energia nacional em mais de 20 conferências.
- O Brazil Global Energy contará com a participação de mais de 100 empresas nacionais e internacionais expositoras e 150 investidores em busca de novas oportunidades de negócio na área de energia.
- No dia 25 de novembro de 2009, o governo brasileiro realizará o primeiro leilão de energia eólica do país. Ao todo, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) já cadastrou mais de 440 projetos, que juntos terão uma capacidade instala da 13.341 MW em 11 estados das regiões Nordeste, Sul e Sudeste.
- Segundo o relatório Panorama de Energia Eólica Global, elaborado em 2008 pelo Conselho Global de Energia Eólica e o Greenpeace, a energia eólica pode produzir 12% da demanda energética mundial e evitar a emissão de 10 bilhões de toneladas de CO2 em 12 anos.
- De acordo com o Balanço Energético Nacional 2009, em 2008, a oferta interna de energia no Brasil cresceu 5,6%. O gás natural foi um dos destaques do balanço, com participação de 10,3% na matriz energética nacional, seguido dos produtos da cana de açúcar, com 16,4%
- O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado pelo governo brasileiro em 2007, pretende investir R$ 156,2 milhões em infraestruturas de energia até 2010.
- Nos últimos oito anos, a participação das energias renováveis da Oferta Interna de Energia (OIE) no Brasil cresceu 10,5%. Somente em 2008, as energias renováveis foram responsáveis por 45,3%.
- As energias renováveis estimulam a descentralização do sistema energético e propiciam a procura por soluções de energia locais, respeitando o ambiente por produzir pouco resíduo e não poluir.
- Segundo especialistas do mercado, em 2030 o Brasil subirá de 11º para a 7ª colocação no ranking dos maiores consumidores mundiais de energia. A expectativa é que a demanda por energia no país alcance 468,7 milhões de toneladas de equivalentes de petróleo (tep).


Entrevistado: Pedro Paulo Legey, Engenheiro Eletricista formado pela PUC RJ, especialista em Marketing pela FGV RJ e mestre em Economia Empresarial formado pela UCAM.
Quem não se lembra do clássico “Tempos Modernos”, do grande gênio da sociedade capitalista que se desenhou logo após a Revolução Industrial? Da busca desenfreada pelo lucro traduzida em arte? Da manifestação artística… uma arte irônica, poesia crítica, criada por Charles Chaplin para retratar a forma contínua e ininterrupta de trabalho imposta aos trabalhadores nas indústrias naquela época?
“Pane no sistema, alguém me desconfigurou
Divulgada nesta terça-feira, um dia após o feriado da Independência, a nova classificação do Brasil no ranking mundial de competitividade. Segundo o WEF (World Economic Forum – Fórum Econômico Mundial), através do seu Relatório de Competitividade Global 2009 2010, o país subiu 8 posições no ranking, passando a ocupar a 56ª posição e deixando para trás todos os vizinhos da América do Sul, com exceção do Chile (que ocupa a 30ª posição).







