“O Resultado da Gestão do Conhecimento em minha empresa é o lançamento de novos produtos com uma velocidade superior à dos concorrentes.” (Martin Izarra, Grupo BRAPENTA)
As Pequenas e Médias Empresas – PME tem um papel fundamental na sociedade brasileira: embora sejam responsáveis por apenas 20% da produção empregam 80% da mão-de-obra nacional. Estas, em função de suas características (porte) e pelo fato de serem constantemente afetadas por uma política fazendária (municipal, estadual e federal), que lhes imputam uma gigantesca carga tributária (não proporcionando competitividade no cenário internacional), precisam ser verdadeiros “celeiros” de inovação para sobreviverem em um mercado competitivo. E é assim, no meio desta “tsunami”, que se encontram os empreendedores brasileiros.
E como fazer com que os empreendedores brasileiros, sempre tão inventivos, consigam investir em Gestão do Conhecimento ? Como convencê-los de que este investimento, mesmo diante deste cenário, é fator preponderante para a obtenção de vantagem competitiva ? Isso não é preciso. Eles sabem muito bem disto. Muitos podem nunca ter ouvido o termo GESTÃO DE CONHECIMENTO. Entretanto, todos possuem, de forma intuitiva, a mesma certeza: só a transferência de conhecimento e a inovação são capazes de manter suas empresas de portas abertas. Por isso muitos deles fazem a sua GESTÃO DE CONHECIMENTO de maneira simples (por intermédio, por exemplo, de lousas espalhadas pelos corredores dos andares/pavimentos) e acertiva (o resultado é aferido mensalmente no balanço da empresa).
Não se faz necessário um alto investimento monetário para se fazer uma boa GESTÃO DO CONHECIMENTO em uma PME. Comunidades de práticas, por exemplo, são uma boa maneira de transferir conhecimento tácito em conhecimento coletivo (isso sem falar que quando bem implementadas e difundidas acabam se tornando um poderoso elo de ligação entre colaborador e empregador). Outra prática que não precisa de investimentos vultuosos é a disponibilização de todo o acerto de conhecimento já registrado (transcrito) para todos os colaboradores da empresa. Ambientes “leves” (intergados) e a participação dos colaboradores no planejamento estratégico da empresa são, além de fatores de fidelização da mão-de-obra, responsável pelo incremento de satisfação e, consequentemente, pelo aumento da velocidade na produção (fator este fundamental para a proteção/manutenção da propriedade intelectual).














