Tradicionalmente realizado no México, o Congresso Hemisférico de Captação de Recursos da América Latina, em sua 5ª edição, será realizado entre os dias 6 e 8 de novembro de 2009, no auditório da Fundação de Rotarianos de São Paulo, na Avenida Higienópolis, 996, na capital paulista. O evento é promovido pelas faculdades Integradas Rio Branco e a Association of Fundraising Professionals, maior e mais reconhecida organização mundial nessa área, com sede em Arlington, Estados Unidos.
O objetivo principal do congresso é conhecer e aprender com as experiências bem sucedidas em captação de recursos nos Estados Unidos, América Latina, Europa e Brasil, e identificar os principais problemas que afetam a dinâmica da cultura de doação no Brasil e na América Latina.
Dentre os temas a serem discutidos, estarão:
- a apresentação de experiências bemsucedidas na captação de recursos, como a da campanha eleitoral do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que será apresentada por um de seus desenvolvedores o deputy manager Steve Hildebrand (captação de recursos por meio da Internet e novas mídias), um dos preletores do evento;
- estratégias inovadoras e vitoriosas de organizações líderes em seus segmentos;
- desenvolvimento de uma cultura de doações nas organizações;
- estabelecimento de estrutura de desenvolvimento da captação de recursos;
- incentivo ao lançamento de projetos e ações de desenvolvimento para a captação de recursos por meio de relacionamentos com doadores potenciais.
Mais informações você confere no site www.fundraising.com.br





Imagine acordar e ser informado, pelo celular, de que o caminho que você costuma utilizar para chegar ao trabalho está excepcionalmente livre naquele exato momento. Na hora do almoço, seu BlackBerry o alerta sobre um novo restaurante na cidade que vem se tornando popular entre executivos de sua idade. À noite, recebe no celular uma oferta imperdível: aquele carro que você havia fotografado dois dias antes está em oferta numa loja da vizinhança. Esse roteiro, que mais parece coisa de ficção científica, está bem próximo de se tornar realidade. Empresas como Nokia, Microsoft e Google, além das próprias operadoras de telecomunicações, têm investido pesadamente no desenvolvimento de tecnologias capazes de esmiuçar o comportamento humano por meio do uso que fazemos de nossos telefones celulares. “Esses aparelhos fornecem informações preciosas sobre o comportamento dos indivíduos”, afirma Thomas West, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, e um dos principais estudiosos do assunto. “E as empresas estão começando a tirar proveito disso.” O celular, assim, está prestes a se tornar um espião do dono.
Toda vez que utilizamos o celular, seja para fazer uma ligação, seja para receber um e-mail, enviamos um sinal às torres da operadora, que pode, então, identificar nossa localização. Isso significa que, ao longo do dia, da semana ou mesmo do ano, é possível estabelecer uma espécie de mapa com nossa movimentação. O que muitas empresas estão descobrindo é que, com mais de 4 bilhões de celulares circulando no mundo, é possível oferecer uma gama quase infindável de produtos e serviços com base no rastreamento dos usuários. A aplicação mais óbvia desse tipo de tecnologia está na coleta de informações sobre o trânsito. Nenhuma empresa tem investido tanto nesse tipo de serviço quanto a finlandesa Nokia, maior fabricante de celulares do mundo. Depois de gastar 8 bilhões de dólares na compra da produtora de mapas digitais Navteq, a empresa estabeleceu, no início de 2008, uma parceria com a Universidade da Califórnia com o objetivo de mapear as condições do trânsito em tempo real. Os primeiros testes, realizados com aparelhos equipados de GPS, mostraram-se animadores, e a Nokia já mantém conversas com a Mobwise, empresa recém-criada na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), para desenvolver um serviço parecido em São Paulo.












