Publicado em 25/11/2009 by Alexandre Quedinho
Publicado em 13/11/2009 by Marcinha Tavares
O KM Sul 2009 – Knowledge Management do Sul do Brasil – é o primeiro encontro sul brasileiro de Gestão do Conhecimento. O evento acontece nos dias 3 e 4 de dezembro e espera reunir empresários, acadêmicos, consultores e profissionais ligados à Gestão do Conhecimento no país.
Realizado pela SBGC, patrocinado pela TerraForum Consultores e pela Itaipu Binacional o encontro aborda o tema Realidade e Perspectiva do Conhecimento nas Organizações da Região Sul do Brasil e abrange subtemas como:
O KMSul abre portas para realização do curso “Redes Sociais como Alavancadoras do Conhecimento Organizacional”, ministrado pela por Ana Neves, editora do Portal KMOL.
O evento acontece na Rua Dr Correa Coelho, 741 – Jd. Botânico – Curitiba – PR.
Maiores detalhes e incrições no site do evento.
Publicado em 05/11/2009 by Alexandre Quedinho

Publicado em 08/10/2009 by Marcinha Tavares

Com o tema Pessoas em movimento – ousadia em um mundo em transformação, o 5º Congresso RH Leste Fluminense vem propor momentos de reflexão e de direcionamento de ações, delineando seu conteúdo em 3 pilares que nortearão os temas a serem discutidos nos dois dias do congresso. São eles:
Profissionais renomados como José Pastore, Marcos Cavalcanti, Nádia Rebouças, Marcelo Reis, Regina Migliori dentre muitos outros, estarão palestrando no evento sobre temas como:
O congresso acontece nos dias 21 e 22 de outubro, em Niterói, Rio de Janeiro. Você ainda pode aproveitar as opções de lazer (museu, praia, vôo livreno, parque da cidade, barzinhos na orla e outros).
Para saber mais detalhes ou fazer a sua inscrição, visite o site do evento.
Publicado em 06/10/2009 by Marcinha Tavares
Entrevistado: Pedro Paulo Legey, Engenheiro Eletricista formado pela PUC RJ, especialista em Marketing pela FGV RJ e mestre em Economia Empresarial formado pela UCAM.
Atuação: Consultor de avaliação de indicadores de ativos intangíveis através da percepção humana em empresas como Vale, Mongeral, Embratel e Botafogo. É também professor de Gestão do Conhecimento da Marinha do Brasil. Possui experiência no desenvolvimento de Planejamento Estratégico, utilização de Estratégias de Marketing e Gestão de Projetos com aplicação de metodologia baseada em PMBOK e na coordenação de grupos de estudos e palestras em trabalho voluntário.
ingestão.net: Pedro, acabamos de conferir a publicação das 100 marcas mais valiosas do mundo. Presenciamos o surgimento de empresas as quais costumo chamar “jovens gigantes”. A pergunta é: quanto vale uma empresa da nova economia, a economia do conhecimento?
Pedro Legey: As empresas inseridas na Sociedade do Conhecimento têm a maior parte do seu valor associado aos seus ativos intangíveis. O cálculo desses ativos possui discussão secular e existem algumas formas de mensurá-los desenvolvidas por especialistas no assunto que tem por base o valor de mercado, o custo e a renda, mas não existe uma fórmula exata, o grande sonho da Contabilidade, pois sempre o aspecto perceptível estará presente. De qualquer maneira, podemos assegurar: a empresa vale o quanto o mercado está disposto a pagar, e esta disposição está associada ao tipo de percepção sobre a empresa.
ingestão.net: O que podemos classificar como Ativos Intangíveis de uma empresa?
Pedro Legey: Os ativos intangíveis constituem-se na propriedade imaterial das empresas, cujo conjunto é composto por elementos como: recursos humanos, software, clientes, patentes, marcas, direitos autorais e know-how. São recursos não materiais controlados pela empresa, capazes de trazer benefícios futuros ao negócio. À medida que os anos passam e que as experiências da empresa são somadas, os ativos intangíveis passam a ter destaque e chegam a suplantar o valor dos ativos tangíveis.
Alguns estudiosos criaram modelos específicos dividindo e agrupando os ativos intangíveis a sua maneira, mas na essência são semelhantes. Considero a seguinte divisão como englobando todas as idéias: Capital Humano: capacidade, habilidade e experiências dos membros da empresa; Capital estrutural: sistemas administrativos, patentes, conceitos, modelos, rotinas, marcas, manuais, normas, metodologias, padrões, estratégia organizacional, processos de negócios, estilo gerencial e infra-estrutura tecnológica que fazem a empresa funcionar; e Capital de relacionamento: o que valoriza e incentiva às alianças estratégicas com clientes, fornecedores, acionistas, investidores, terceirizados, prestadores de serviços e a sociedade em geral para ampliar sua presença no mercado.
ingestão.net: Os intangíveis são realmente relevantes para empresas de qualquer setor e tamanho, incluindo as pequenas e médias empresas?
Pedro Legey: Sim, pois todas as empresas, independente do setor e tamanho, precisam agregar aos seus produtos uma percepção positiva, que é totalmente intangível. Foi-se a época em que os recursos financeiros, o tamanho da empresa, a localização, etc, definiam o sucesso da empresa. Hoje, o sucesso está atrelado à capacidade de inovar, que é estimulado pelo conhecimento, e que todos podem desenvolver.
No desenvolvimento dos intangíveis, as grandes empresas podem investir mais recursos do que as pequenas e médias, mas em contrapartida possuem uma estrutura bem maior que tornar muitas vezes mais difícil o fluxo de informações e a quebra de modelos mentais para o desenvolvimento do conhecimento. As pequenas e médias empresas têm chances no mercado, mas precisam tomar consciência de que inovar não é simplesmente colocar nos seus valores organizacionais essa palavra, ou participar de treinamentos do assunto, ou fazer o que todos fazem. Inovar é investir no conhecimento, é procurar caminhos diferentes que possam ser percebidos pelo mercado como um diferencial.
ingestão.net: Para finalizar, mais uma pergunta: Em sua opinião, os gestores brasileiros têm consciência da importância dos intangíveis e estão preparados para administrar esse ativo e transformá-los em resultados positivos?
Pedro Legey: As empresas de uma maneira geral, e especificamente as brasileiras, estão antenadas sobre este assunto e procuram investir nos seus ativos intangíveis. Basicamente, investem em TI, treinamentos, mensuração de clima, mapeamento de competências, marketing, gestão do conhecimento como formas de desenvolvimento dos seus ativos intangíveis. Dentre as dificuldades podemos citar as seguintes:
1) A definição de indicadores que retratem os resultados: normalmente procuram indicadores estatísticos sem levar em consideração os problemas de análises e a aderência percepção-estatística.
2) O tempo do processo: muitas vezes o conhecimento gerado se baseia em informações desatualizadas. Exemplo verdadeiro: grande empresa que está entre as melhores de se trabalhar, mas no momento que esta informação foi para o mercado a empresa está demitindo funcionários por dificuldades financeiras. Já imaginou se estivéssemos decidindo uma compra através da informação inicial?
3) A transformação das informações geradas em conhecimento: muitos acreditam que basta treinar, basta administrar as informações através de poderosos sistemas que o desenvolvimento do conhecimento está garantido, esquecendo-se dos aspectos emocionais, inconscientes, das experiências concretas, etc.
Como análise superficial, podemos dizer que estas dificuldades se devem a uma maior preocupação com o processo, em gerar informações, do que com a medição e a transformação dos resultados em conhecimento. E isso parece ser uma característica da própria sociedade, que gera informações a todo instante, mas não tem tempo de processá-las para torná-las conhecimento. Podemos citar o número de enquetes diárias veiculas pelos meios de comunicação cujos formatos e os resultados online demonstram as falhas para se gerar conhecimento.
Mas, estamos no caminho certo! Existem muitos profissionais experientes e competentes que podem auxiliar nesse processo de conscientização das empresas.
O que você achou desta entrevista? Mande um Feel. É rapidinho!
Publicado em 01/10/2009 by Marcinha Tavares
Realizada pelo SEBRAE, A Feira do Empreendedor, acontece em diversos estados brasileiros desde 1995. Seu objetivo é a criação de um meio dinâmico de oferta e procura de oportunidades, apresentando diversas ferramentas para auxiliar aos empreendedores a iniciar um negócio. A feira também apresenta produtos e serviços que sirvam para apoiar a ampliação e a modernização de empresas já estabelecidas, propiciando contatos diretos entre expositores, patrocinadores e empreendedores.
Em 2009, a Feira do Empreendedor na Bahia tem como foco Conhecimento, Inovação e Bons Negócios, com ênfase também na responsabilidade social e ambiental, buscando levar aos empreendedores uma proposta otimista e de incentivo para que invistam em conhecimento e aproveitem as oportunidades.
Um dos focos principais da Feira do Empreendedor 2009 é a disseminação do conhecimento. Serão disponibilizadas diversas áreas que vai possibilitar ao visitante a participação em oficinas e palestras gratuitas, acesso a informações sobre crédito, abertura de empresas, e etc, além de livros e filmes que tratam sobre temas como empreendedorismo.
Confira o que está previsto para o evento:
Haverá também uma Área de Negócios, eventos de curta duração desenvolvidos através de reuniões de negócios entre empresários que demandam e ofertam produtos e serviços, em locais e horários pré-determinados, onde serão realizadas no dia 15 de outubro, as Rodadas de Negócios multisetorial, com a participação dos setores trabalhados pelo SEBRAE.
Para fazer sua inscrição ou saber mais detalhes sobre o evento, veja o site: http://www.feiradoempreendedor.ba.sebrae.com.br
Publicado em 27/09/2009 by Marcinha Tavares
Publicado em 25/09/2009 by Marcinha Tavares
O segundo dia do KM Brasil 2009 esquentou as discussões sobre temas atuais como sustentabilidade, inovação e gestão pública. Confira vídeo com o resumo do dia!
Publicado em 24/09/2009 by Alexandre Quedinho
“O Resultado da Gestão do Conhecimento em minha empresa é o lançamento de novos produtos com uma velocidade superior à dos concorrentes.” (Martin Izarra, Grupo BRAPENTA)
As Pequenas e Médias Empresas – PME tem um papel fundamental na sociedade brasileira: embora sejam responsáveis por apenas 20% da produção empregam 80% da mão-de-obra nacional. Estas, em função de suas características (porte) e pelo fato de serem constantemente afetadas por uma política fazendária (municipal, estadual e federal), que lhes imputam uma gigantesca carga tributária (não proporcionando competitividade no cenário internacional), precisam ser verdadeiros “celeiros” de inovação para sobreviverem em um mercado competitivo. E é assim, no meio desta “tsunami”, que se encontram os empreendedores brasileiros.
E como fazer com que os empreendedores brasileiros, sempre tão inventivos, consigam investir em Gestão do Conhecimento ? Como convencê-los de que este investimento, mesmo diante deste cenário, é fator preponderante para a obtenção de vantagem competitiva ? Isso não é preciso. Eles sabem muito bem disto. Muitos podem nunca ter ouvido o termo GESTÃO DE CONHECIMENTO. Entretanto, todos possuem, de forma intuitiva, a mesma certeza: só a transferência de conhecimento e a inovação são capazes de manter suas empresas de portas abertas. Por isso muitos deles fazem a sua GESTÃO DE CONHECIMENTO de maneira simples (por intermédio, por exemplo, de lousas espalhadas pelos corredores dos andares/pavimentos) e acertiva (o resultado é aferido mensalmente no balanço da empresa).
Não se faz necessário um alto investimento monetário para se fazer uma boa GESTÃO DO CONHECIMENTO em uma PME. Comunidades de práticas, por exemplo, são uma boa maneira de transferir conhecimento tácito em conhecimento coletivo (isso sem falar que quando bem implementadas e difundidas acabam se tornando um poderoso elo de ligação entre colaborador e empregador). Outra prática que não precisa de investimentos vultuosos é a disponibilização de todo o acerto de conhecimento já registrado (transcrito) para todos os colaboradores da empresa. Ambientes “leves” (intergados) e a participação dos colaboradores no planejamento estratégico da empresa são, além de fatores de fidelização da mão-de-obra, responsável pelo incremento de satisfação e, consequentemente, pelo aumento da velocidade na produção (fator este fundamental para a proteção/manutenção da propriedade intelectual).
Publicado em 21/09/2009 by Alexandre Quedinho
Com o objetivo de ajudar a estabelecer um ciclo de ações (desde a fonte primária até o uso final da energia), a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) está desenvolvendo, em parceria com a associação americana Unido, uma norma específica para gestão de energia, que será chamada de ISO 50001.
A função básica do documento será permitir que as pessoas, as empresas, as indústrias, etc. utilizem energia de maneira sustentável. Para isso, tudo aquilo que agregar valor, que permitir gerar energia agredindo cada vez menos o meio ambiente e reduzindo o consumo, será foco dessa norma.
A ISO 50001