A Interbrand foi criada em 1974, quando o mundo inteiro acreditava que “marca” era apenas uma “logo”. Seu trabalho ao longo do tempo consistiu em mudar esta visão, criando e gerenciando marcas como ativos valiosos do negócio. A empresa acredita que as marcas podem mudar o mundo. E seu trabalho ao redor do mundo inteiro, através dos mais de 40 escritórios locais, consiste em avaliar, criar e gerenciar o valor da marca para seus clientes.
E por falar em valor da marca, entende-se que o mesmo é a representação financeira da receita do negócio devido à demanda superior criada por seus produtos e serviços, graças à força da marca.
De acordo com a lista publicada pela empresa, marcas como Coca-Coca, IBM, Microsoft, GE e Nokia mantiveram suas posições de liderança em 2009. Apesar disso, algumas delas registraram quedas no indicador de valor da marca, que atingiu até 10% negativos. Das 10 primeiras marcas listadas, apenas 2 delas não tem como país de origem os Estados Unidos: a Nokia, uma empresa Finlandesa, e a Toyota, do Japão. Destaque para a jovem gigante Google, única empresa de serviços de internet na lista das Top 10, que teve sua marca valorizada em 25% em relação a 2008 e avançou da 10ª para a 7ª posição no ranking. Nenhuma marca brasileira aparece entre as top 100.
Confira a tabela com as Top 10 marcas mais valiosas do mundo:

Para ver a lista completa com as 100 marcas mais valiosas do mundo, clique aqui.
Até a próxima!
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Imagine acordar e ser informado, pelo celular, de que o caminho que você costuma utilizar para chegar ao trabalho está excepcionalmente livre naquele exato momento. Na hora do almoço, seu BlackBerry o alerta sobre um novo restaurante na cidade que vem se tornando popular entre executivos de sua idade. À noite, recebe no celular uma oferta imperdível: aquele carro que você havia fotografado dois dias antes está em oferta numa loja da vizinhança. Esse roteiro, que mais parece coisa de ficção científica, está bem próximo de se tornar realidade. Empresas como Nokia, Microsoft e Google, além das próprias operadoras de telecomunicações, têm investido pesadamente no desenvolvimento de tecnologias capazes de esmiuçar o comportamento humano por meio do uso que fazemos de nossos telefones celulares. “Esses aparelhos fornecem informações preciosas sobre o comportamento dos indivíduos”, afirma Thomas West, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, e um dos principais estudiosos do assunto. “E as empresas estão começando a tirar proveito disso.” O celular, assim, está prestes a se tornar um espião do dono.
Toda vez que utilizamos o celular, seja para fazer uma ligação, seja para receber um e-mail, enviamos um sinal às torres da operadora, que pode, então, identificar nossa localização. Isso significa que, ao longo do dia, da semana ou mesmo do ano, é possível estabelecer uma espécie de mapa com nossa movimentação. O que muitas empresas estão descobrindo é que, com mais de 4 bilhões de celulares circulando no mundo, é possível oferecer uma gama quase infindável de produtos e serviços com base no rastreamento dos usuários. A aplicação mais óbvia desse tipo de tecnologia está na coleta de informações sobre o trânsito. Nenhuma empresa tem investido tanto nesse tipo de serviço quanto a finlandesa Nokia, maior fabricante de celulares do mundo. Depois de gastar 8 bilhões de dólares na compra da produtora de mapas digitais Navteq, a empresa estabeleceu, no início de 2008, uma parceria com a Universidade da Califórnia com o objetivo de mapear as condições do trânsito em tempo real. Os primeiros testes, realizados com aparelhos equipados de GPS, mostraram-se animadores, e a Nokia já mantém conversas com a Mobwise, empresa recém-criada na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), para desenvolver um serviço parecido em São Paulo.




